Pediatras e mães sabem de crianças: uma possibilidade incrível de crescimento!

Aí o Congresso acaba e a vida do pediatra volta ao ritmo (a)normal. Consultas, ligações, mensagens, e-mails, (mais) leitura, plantão, aula. O volume de afazeres é realmente grande, o que gera dificuldade e frustração, tanto pra ele, que não consegue dar conta das atribuições do dia, quanto para a mãe, que muitas vezes fica angustiada aguardando uma resposta. Mas quantas outras mães foram atendidas e orientadas! Quantas crianças avaliadas! Mesmo assim, fica aquela sensação de que poderia ter sido melhor. De que mais pessoas poderiam ter sido atendidas ou acolhidas naquele dia. Aos poucos, vai se processando a ideia de que, se a necessidade ainda não foi acolhida, as mensagens aparecem novamente. E, na medida em que é possível fazer, faz-se.
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Reflexões

Tem tanta coisa bacana neste congresso, que estou perdido sobre o que escrever. Fico aqui pensando em alguns temas, aí vem tudo junto na minha cabeça! Arggg… Quem me conhece sabe que, nessa hora, se estivesse na consulta, eu já teria “engatado a primeira” e começado a falar, falar, falar… E logo viria aquela frase: “Vixi! Tem que examinar a criança antes que a consulta acabe!” kkkk

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De Galinha Pintadinha a Anita: uma questão de tempo!

Participar da vida e do crescimento de uma criança é algo fantástico! A pediatria me dá esta possibilidade: cuidar de alguém que está bem, sadio, para evitar problemas futuros. Aliar profissão e realização profissional faz do meu trabalho uma extensão da minha própria vida. Dificilmente consigo separar o “pessoal” do “profissional”, e talvez isto explique a paixão que tenho pelo que faço.

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